“como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto faz será bem-sucedido.” Sl 1.3

São Carlos

São Carlos foi fundada na segunda metade da década de 1850, por iniciativas de Antônio Carlos de Arruda Botelho (Conde do Pinhal) e Jesuíno José Soares de Arruda, localizada num caminho que levava às minas de ouro de Cuiabá e Goiás, saindo de Piracicaba. As povoações mais próximas neste caminho eram, à época, Rio Claro, na depressão periférica, e, subindo as escarpas das encostas do planalto, Araraquara.

Originalmente era habitada por indígenas, provavelmente guaianases, os quais foram exterminados ou expulsos da região. O território seria ocupado no século XIX por posseiros, pequenos proprietários de terra caboclos. Dentre estes, talvez o mais ilustre tenha sido um certo Gregório, que por volta de 1831 residia à beira de um riacho que corta a cidade e herda seu nome, o córrego do Gregório.

O atual município engloba terras das antigas sesmarias do Pinhal, do Monjolinho e do Quilombo. A sesmaria do Pinhal origina-se de uma doação de terras em 1781 ao cirurgião-mor do Regimento de Voluntários Reais de São Paulo, o qual as vendeu em 1786 a Carlos Bartholomeu de Arruda. No entanto, a sesmaria só seria demarcada em 1831, a pedido de seu filho, Carlos José Botelho, pai do futuro Conde do Pinhal. Já as sesmarias do Monjolinho e do Quilombo foram demarcadas em 1810 e 1812.

São Carlos é uma cidade cuja maioria da população encontra-se na faixa dos 20 aos 40 anos de idade, tendo, portanto, uma população relativamente jovem, no entanto, uma população economicamente ativa e que investe em educação e desenvolvimento patrimonial. A cidade, conhecida como a capital da ciência e da tecnologia, atualmente tem 2,5 mil doutores, ou seja, a média um doutor a cada 100 habitantes.

O perfil etário caminha para um envelhecimento gradativo ao longo das próximas três décadas, o que nos coloca diante de uma população que sonha com o desenvolvimento e estruturação de suas vidas, quer profissionais, quer familiares. Tal quadro se reflete na atual composição da Congregação, que possuí entre seus frequentadores, cerca de 55% nesta faixa etária.

Mesa Diretora

 Presb. Dioraci Vieira Machado

 Presbítero da Catedral Evangélica de São Paulo

 Diac. Maria José Pereira P Machado

Diaconisa da Catedral Evangélica de São Paulo

Rev.ª Giselle Melocro Borelli